segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ser feliz é correr riscos

Feliz é aquele que saboreia quando come, enxerga quando olha, dorme quando deita, compreende quando reflete, aceita-se e aceita a vida como ela é.

Há quem diga que felicidade depende, antes de tudo, de bastar-se a si próprio; de não depender de ajuda, de opinião e, sobretudo, de não se deixar influenciar por ninguém.
Será mesmo? Você pode imaginar uma pessoa assim?

Lao Tzé dizia: "Grande amor, grande sofrimento; pequeno amor, pequeno sofrimento; não amor, não sofrimento".
Pode imaginar você um homem sem paixão, sem desejos? A felicidade, entendida assim, não seria apenas um engôdo, algo contra a natureza humana?
Evidentemente! Sem amor, sem paixão, que sentido teria a existência?

A felicidade é proporcional ao risco que se corre. Quem se protege contra o sofrimento, protege-se contra a felicidade.
Quem se torna invulnerável, torna sem sentido a existência.

O homem feliz aceita ser vulnerável. O homem feliz aceita depender dos outros, mesmo pondo em risco sua própria felicidade.
É a condição do amor e de todas as relações humanas, sem o que a vida não teria sentido.

(por Jean Onimus)

domingo, 30 de janeiro de 2011

Voem juntos, mas nunca amarrados

Conta uma velha lenda dos índios Sioux que, uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique e uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e falaram:
- Nós nos amamos e vamos nos casar. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho ou um talismã. Alguma coisa que garanta que possamos ficar sempre juntos. Que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até a morte.

O velho sábio, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificante. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte desta aldeia e, apenas com uma rede e tuas mãos, caçar o falcão mais vigoroso do monte e trazê-lo com vida até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha, onde encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la, trazendo-a viva.
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada. No dia estabelecido, à tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.

O velho pediu que, com cuidado, as retirassem. Observou então que se tratava de belos exemplares.
- E agora, o que faremos? - perguntou o jovem – nós as matamos e depois bebemos à honra de seu sangue ou as cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne?
- Não! - disse o feiticeiro - Apanhem as aves e amarrem-nas entre si pelas patas, com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...

O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros...
A águia e o falcão tentaram alçar voo, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as aves jogavam-se uma contra a outra, bicando-se até se machucarem. E o velho disse:
- Jamais esqueçam o que estão vendo. Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão: se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, viverão arrastando-se e, cedo ou tarde, começarão a machucar-se mutuamente. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos. Mas nunca amarrados.

(enviado por Elen Cristina Bellintani)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Os tres conselhos

Enviado por Rene Barreto

Um casal de jovens recém-casados, muito pobre, vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:
- Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, mas só te peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.
Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O rapaz pediu o seguinte:
- Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e, quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário agora. Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.
Tudo combinado, o jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso. Depois, chegou para o patrão e disse:
- Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
O patrão então lhe respondeu:
- Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta: eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou então lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta.
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:
- Quero os três conselhos.
O patrão novamente frisou:
- Se eu lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.
E o empregado respondeu:
- Quero os conselhos.
O patrão então lhe falou:
- Conselho 1: "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
1. Conselho 2: NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
-Conselho 3: NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
- Aqui você tem três pães: dois para comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar à sua casa.
O homem então seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:
- Para onde você vai?
Ele respondeu:
- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada.
O andarilho disse-lhe então:
- Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, você chega em poucos dias.
O rapaz, contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou do primeiro conselho. Então, voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois, soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pôde hospedar-se. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou- se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem perguntou-lhe se ele não havia ouvido um grito, e ele disse que sim. E o hospedeiro:
- E você não ficou curioso?
Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu:
- Você é o primeiro hóspede a sair daqui com vida, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e, quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.
Depois disso, o rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar à sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela retinha entre as pernas um homem a quem acariciava os cabelos. Quando viu a cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e matá-los. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir ali mesmo naquela noite, e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, disse:
- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que, antes, quero dizer à minha esposa que eu sempre lhe fui fiel.
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abriu a porta, reconheceu-o imediatamente, atirou-se em seu pescoço e abraçou-o afetuosamente. Ele tentou afastá-la, mas não conseguiu. Então, com as lágrimas nos olhos, disse-lhe:
- Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela, espantada, respondeu:
- Como? Eu nunca lhe traí, esperei durante esses vintes anos.
Ele então lhe perguntou:
- E aquele homem que você estava acariciando ontem, ao entardecer?
Ela lhe respondeu:
- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos.
Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o seu café. Sentaram-se para comer juntos o último pão. Ele então parte o pão e, ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro - o pagamento por seus vinte anos de dedicação!

( autor desconhecido)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vencedor e perdedor

Quando um vencedor comete um erro diz: "Me equivoquei e aprendi a lição".
Quando um perdedor comete um erro diz: "Não foi minha culpa", e culpa os outros.

Um ganhador sabe que a adversidade é o melhor dos professores.
Um perdedor se sente vitima ante a adversidade.

Um ganhador sabe que o resultado das coisas depende dele.
Um perdedor crê que a má sorte existe.

Um ganhador trabalha muito forte e gera tempo para si mesmo.
Um perdedor está "sempre ocupado" e não tem tempo nem para os seus.

Um ganhador enfrenta os problemas um a um.
Um perdedor da voltas e nem sequer se atreve a tentar.

Um ganhador diz: “Sou bom, mas posso melhorar".
Um perdedor diz: “Não sou tão mal assim, existe pessoas piores que eu".

Um ganhador se sente responsável por algo mais que o trabalho.
Uma pessoa perdedora não se compromete e sempre diz: "Faço o meu trabalho".

Um ganhador diz: “Deve haver uma maneira melhor de fazer isto".
Um perdedor diz: “Esta é a forma como sempre foi feito".

E você, o que vai escolher ser? Ah... eu sabia que você iria optar pelo time dos vencedores. Afinal, ganhar ou perder só depende de você.

(autor desconhecido)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Pardal e a águia

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração.

Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser.

Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza...

Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido.

Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro.

Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta.

A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:

- Por que estás a me vigiar, Andala?

- Quero ser uma águia como tu, Yan.

- Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.

- E como te sentes, amigo, sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?

- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho...

O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:
- Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? - indagou Yan.

- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...

- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita!

E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:

- Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não colocas em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho.

Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu
coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre!

Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles.

Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!


(Autor desconhecido)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Riqueza e Pobreza

"Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito ou passando necessidade." (Filipenses, 4:12)

"...pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar." (I Timóteo, 6:7)

"Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos." (I Timóteo, 6:8)

"...pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males."(I Timóteo, 6:10)

"Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos." (I Timóteo, 6:10)

"...aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação. Que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos para repartir. Desta forma, eles acumularão um tesouro para si mesmos, e assim alcançarão a verdadeira vida." (I Timóteo, 6:17-19)

"Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que têm, porque Deus mesmo disse: Nunca o deixarei, nunca o abandonarei." (Hebreus, 13:5)

(enviado por Silvia B. Acosta – São Paulo/SP)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Frases

"Todas as coisas devem ser feitas da forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível".
(Albert Einstein)

"O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo".
(Clarice Lispector)

"O fator decisivo para vencer o maior obstáculo é, invariavelmente, ultrapassar o obstáculo anterior".
(Henry Ford)

"Tudo que uma pessoa pode imaginar, outras podem tornar real".
(Julio Verne)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Desafios

Os desafios da alma não são fáceis, mas o crescimento que advém da aceitação desses desafios é sempre compensador.

Não aceite viver uma vida medíocre só porque é mais fácil.
O mundo, felizmente, será sempre cheio de desconhecidos: de alturas que nunca foram alcançadas; lugares que nunca foram vistos; idéias que nunca foram pensadas; criações que nunca foram criadas.

Não é preciso que sejam imensas alturas, nem fantásticas idéias, nem estupendas criações... Basta que seja um pouco mais que seu limite de agora.
Não caia na tentação de aceitar limites confortáveis, onde procurará simplesmente viver do jeito que der e até quando puder.

Se você se esforçar em ampliar os seus limites, um pouco de cada vez, porém sempre mais, sempre expandindo, descobrirá a verdadeira finalidade da vida.
E o prazer de vencer o maior dos desafios: superar a si mesmo.

Descubra o seu caminho, pois ninguém mais pode descobri-lo por você... E siga-o, pois só você pode trilhá-lo.
Respeite seus sonhos e idéias e, nunca, nunca desista deles, pois eles são a única coisa concreta num mundo de sombras em eterna mutação.

(texto de Rosana Zoelner)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Óculos sujos

Quando você tem ódio, o mal que você destila fica em você também. Falar mal dos outros, ver somente os defeitos das pessoas, ver a vida como se tivesse usando “óculos sujos”. Todo esse ódio fere e machuca. Por mais que as pessoas encontrem alguém para tirar os espinhos da vida, as cicatrizes permanecerão.

Portanto, use o poder das palavras para elogiar, enaltecer, encorajar, engrandecer, incentivar. Pense antes de machucar alguém, tome decisões de cabeça fria e não deixe nascer ou florescer em você esse sentimento que permanecerá em você também.

(colaboração e autoria de Johney Silva – Curitiba/PR)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sem fim, nem começo

Você, como eu, deve ter gente que aportou em sua vida de maneira enviesada. Explico: falo de pessoas que gostaríamos de ter conhecido há mais tempo, em outra situação ou recanto do destino mas, contra nossa vontade, resolveram surgir fora do script e em outro momento. Hoje cumprem papel diverso e, por mais que nos esforcemos, nos trazem sempre à mente a busca de situações já transcorridas, em que poderiam ter tido papel significante.

Esse tipo de sensação produz em mim uma leve frustração. Afinal, são pessoas percebidas como chaves para portas que não mais existem, pares para romances não vividos, parcerias jamais construídas. Não fosse o anacronismo de tempo e espaço, elas teriam mudado minha vida. Hoje é tarde demais, já não há mais chance, nem momento para o que já foi um dia.

Tais pessoas, além da frustração, me trazem uma incômoda sensação de um “déjà vu invertido”: poderiam ter sido, mas não foram. Hoje são, mas cumprem papel diferente em minha vida e destino.

Nos últimos tempos algumas pessoas assim têm-se tornado minhas amigas. Cumprem um enredo esquisito, pois sempre as vejo no passado, desempenhando papéis perfeitos em minha existência. Algumas delas são jovens demais, e me irrita saber que nasceram tardiamente. Outras são mais velhas, e me lamento pelo fato de terem nascido antes do tempo – do meu tempo, claro...

Nesse desencontro do tempo e do espaço descubro que nós, humanos, ocupamos territórios que muitas vezes não guardam coerência com o que sabemos e aprendemos. As pessoas que hoje encontro e me identifico são peças que ficaram faltando no quebra-cabeça de minha existência. Têm um espaço em minha memória, e a amizade que com elas construo no presente tem um pedaço perdido no passado.

Neste mosaico que vou construindo com a ajuda desses amigos estranhos me sinto como um costureiro a coser o passado e o presente. De tudo, no entanto, descubro a certeza de que a amizade é eterna: não tem começo, nem ponto de chegada.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O fazendeiro e o cavalo

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguir sair. Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo, fielmente, a seu dono na fazenda.

Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a "terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio", lembre-se desta história.

Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.

E quanto mais jogarem, mais você vai subindo... subindo... subindo...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Vivendo em plenitude

No dia que morre, enquanto o sol puxa a sua colcha de nuvens para se cobrir, aconchegando-se no poente, permita-se um tempo para refletir.

O que você fez hoje o deixou feliz?

Você pode ter acrescentado uma soma considerável ao seu saldo bancário, pode ter celebrado contratos importantes, que lhe garantam retorno financeiro por largo tempo.

Você pode ter recebido honrarias, prêmios por sua capacidade intelectual. Pode ter sido laureado pelo projeto bem sucedido.

Você pode ter dado muitos autógrafos no livro que acabou de lançar, ter recebido aplausos vibrantes e demorados pelo show musical em que se esmerou.

Sim, tudo isso são ganhos. E você deve estar feliz com o balanço que lhe dá conta de que a coluna positiva supera a negativa.

Mas, você está verdadeiramente feliz? Dentro de você, sente que utilizou o melhor possível esse dia que adormece, encobrindo-se nas dobras da noite?

Pense um pouco: além dos abraços dos que são pagos para servi-lo, acompanhá-lo;
dos que desejam posar para fotos ao seu lado, a fim de se verem projetados na escala social;
além dos que o buscam porque você goza de sucesso, alguém que o ama verdadeiramente o abraçou?

Isto é, depois de todo o trabalho, do gozo das glórias do Mundo, dos aplausos, quando as luzes do palco se apagam, deixando ar de solidão, o que tem você de verdadeiramente seu?

Você tem um lar para voltar? Alguém que o ame? Um filho que o espera para pular em seu pescoço e gritar: Papai!?

Você tem um esposo que a ama e espera que as horas seguintes possam ser somente de vocês dois?

Você tem pais idosos que lhe aguardam, ansiosos, a chegada em casa?

Você tem um animal doméstico para afagar?
Um cão que, desde a esquina, identifica o ruído do seu carro e o aguarda no portão?

Que pula, late, abana o rabo, demonstrando a sua alegria por ter você como seu dono?

E, mais importante do que isso: você usufrui integralmente cada uma dessas oportunidades?

Ou chega em casa, se joga no sofá, não quer falar com ninguém porque está cansado?

Não faça isso!

Aproveite a sua vida em totalidade. Ame, demonstre carinho, beije, diga como foi difícil ficar tantas horas longe do aconchego familiar.

Pergunte pelas crianças, sorria, jogue-se no chão e brinque com elas.

Esforce-se por entender o linguajar de seus filhos adolescentes, agradeça a mensagem que lhe mandaram para o celular, mesmo que você não tenha entendido tudo.

Dedique algum tempo a eles, pergunte daquelas abreviaturas que você não consegue identificar o que sejam, quando recebe os torpedos.

Saia com sua esposa para dançar. Ou coloque um CD com músicas românticas e dance, na sala de casa, de rosto colado.

Olhe para ela. Os anos passaram, vieram os filhos, mas ela continua bonita. Diga isso a ela, para que ela saiba. E retribua o elogio.

E, se você não tem pais, cônjuge, filhos, irmãos, se vive só, ainda assim curta o que tem.

Ouça música, leia um bom livro, assista um filme. Telefone para um amigo. Escreva a outro solitário.

Viva!

E, quando o sono for se aproximando, convidando-o ao repouso físico, não se entregue a ele, antes de orar a Deus, em gratidão pelas horas vividas.

Agradeça a sua vida. A maravilhosa vida que você tem.
Agradeça por sua capacidade de amar. E pelo amor que tem.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Se eu morrer antes de você...

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.


Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e
acrescente sua versão.


Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu
tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.


E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga
apenas uma frase:
- "Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!".
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.


Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se
inaugura aqui mesmo o seu começo.


Mas se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."

(autor desconhecido)

(enviado por Paulo Assis Lima – Santo André/SP)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O barulho da carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais
alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia ..

Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que ela faz.

(enviado por Ana Paula Bessa – Belo Horizonte/MG) 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O tempo

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz???

Você iria gastar cada centavo, é claro!

Todos nós somos clientes deste banco do qual estamos falando. Se chama "TEMPO".

Todas as manhãs, é creditado para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda. Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.

Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!

O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.


Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu de ano.


Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.

Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.

Para você perceber o valor de "uma hora", pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.


Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.


Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.


Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.


Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você. Lembre-se, o tempo não espera pôr ninguém.

Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva.

Por isso é chamado de PRESENTE.

(enviado por Vanessa Lucarini)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Aos que vierem depois de nós

Realmente, vivemos muito sombrios!

A inocência é loucura. Uma fonte sem rugas denota insensibilidade. Aquele que ri ainda não recebeu a terrível notícia que está para chegar.
Que tempos são estes, em que é quase um delito falar de coisas inocentes,
pois implica silenciar tantos horrores!

Esse que cruza tranqüilamente a rua não poderá jamais ser encontrado pelos amigos que precisam de ajuda?
É certo: ganho o meu pão ainda, mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem (se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: "Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!"

Mas como posso comer e beber, se ao faminto arrebato o que como, se o copo de água falta ao sedento?
E, todavia, continuo comendo e bebendo.
Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria: é quedar-se afastado das lutas do mundo e, sem temores, deixar correr o breve tempo. Mas evitar a violência, retribuir o mal com o bem, não satisfazer os desejos, antes esquecê-los é o que chamam sabedoria.

E eu não posso fazê-lo. Realmente, vivemos tempos sombrios.
Para as cidades vim em tempos de desordem, quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo que me foi concedido na terra.
Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo que me foi concedido na terra.
No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia.

Mas os governantes se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo que me foi concedido na terra.
As forças eram escassas. E a meta achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente, ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo que me foi concedido na terra.
Vós, que surgireis da maré em que perecemos, lembrai-vos também, quando falardes das nossas fraquezas, lembrai-vos dos tempos sombrios de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito, mudando mais freqüentemente de país do que de sapatos, através das lutas de classes, desesperados, quando havia só injustiça e nenhuma indignação.
E, contudo, sabemos que também o ódio contra a baixeza endurece a voz.
Ah, os que quisemos preparar terreno para a bondade não pudemos ser bons.

Vós, porém, quando chegar o momento em que o homem seja bom para o homem, lembrai-vos de nós com indulgência.
(texto Bertold Brechet, com tradução de Manuel Bandeira)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Amaldiçoando à toa

Um mestre mexicano conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com agilidade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro, e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia-volta e começa a viagem de volta.
- “Você não me ensinou nada hoje”, diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- “Ensinei sim, mas você parece que não aprende”, responde o mestre. “Estou tentando lhe ensinar como se lida com os erros da vida”.
- “E como lidar com eles?”
- “Como deveria lidar com seus tombos. Ao invés de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que provocou a queda”.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lenda Japonesa

Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio. Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama. O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.
E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos,
continuam pertencendo a quem o carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...
Que nossas atitudes sejam sábias o bastante para que tornemos o mundo cada vez melhor!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Maturidade

Maturidade é ter o poder de controlar a raiva e de resolver divergências sem violência nem destruição. É ter paciência, a disposição para abrir mão de um prazer imediato, com vistas a uma vantagem a longo prazo.

Maturidade é ter perseverança, é empenhar-se a fundo num programa, a despeito da oposição e dos contratempos desalentadores.
É ter abnegação, é atender as necessidades alheias.
É ter a capacidade de enfrentar o desagradável e a decepção sem nos tornarmos amargos.

Maturidade é ter humildade.
Uma pessoa madura consegue dizer: "perdoe-me”.
E, quando fica provado que estava com a razão, não sente necessidade de se vangloriar: "eu não disse?".
Maturidade significa credibilidade, integridade e cumprimento da palavra. Os imaturos encontram pretexto para tudo.
São os retardatários crônicos, os contadores de vantagens que falham no momento das crises.

A vida dessas pessoas é um emaranhado de promessas não cumpridas, assuntos inacabados e amizades desfeitas.
Maturidade é ter a capacidade de viver em paz com o que não se pode mudar.
(autor desconhecido)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Amigo

Certa vez um soldado disse ao seu tenente:
- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo.
- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que
provavelmente está morto.

O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens!!!
Diga-me, Valeu a pena trazer um cadáver?

E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro! que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer: "Tinha certeza que você viria!"

"AMIGO É AQUELE QUE CHEGA QUANDO TODO MUNDO JÁ SE FOI."

(enviado por Vagner Lopes)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Propósito

Bom dia.
Mais um dia.
Mais um presente.
Mais um tempo a frente para você fazer o que quiser.
Mais uma chance para o seu talento, para a sua inteligência.
Mais um dia pra viver tudo com todos os sentidos atuando.
Hoje você transforma problemas em soluções, faz sonhos se tornarem realidade.
Executa planos e dá andamento ao grande projeto da sua vida.
Qual é mesmo o seu grande projeto?
Você tem um?
Qual o propósito de sua vida?
A premissa de todo projeto deve ser sempre a produção de felicidade. Felicidade pra você, sua família e para os outros, a comunidade, o mundo. Com esse princípio, pequenos gestos seus realizarão grandes movimentos e milagrosas transformações.
O dia está aí.
Doe.
Aceite.
Contribua.
Exija.
Perdoe.
Lute.
Compartilhe.
Ame.
Entregue-se.
Faça deste dia, um dia especial.
Faça valer a pena.